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	<title>Leste Corretora &#187; Sem categoria</title>
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		<title>Seguro serve para Garantir até conserto</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 16:54:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Dados da Susep que o mercado de seguros automotivos cresceu 4% entre 2013 e 2014. E isto pode ser decorrente do aumento no índice de violência nas grandes cidades, que provoca o crescimento da procura pelo seguro do carro. &#8220;Do jeito que a cidade está violenta, não dá para andar com carro sem seguro&#8221;. Infelizmente, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Dados da Susep que o mercado de seguros automotivos cresceu 4% entre 2013 e 2014. E isto pode ser decorrente do aumento no índice de violência nas grandes cidades, que provoca o crescimento da procura pelo seguro do carro.</p>
<p>&#8220;Do jeito que a cidade está violenta, não dá para andar com carro sem seguro&#8221;. <span id="more-358"></span>Infelizmente, esta constatação do aposentado Amaro Francisco da Silva Pereira ocorreu após ele ter perdido seu Corsa Classic, modelo 2008-2009, em frente a uma loja de material de construção, na região do conjunto Vale dos Lagos, em Salvador.</p>
<p>O consultor de seguro Mário Almeida explica que as empresas seguradoras estimulam o preço de acordo com o perfil do dono do carro. Além disso, há uma série de critérios que alteram o valor do seguro. &#8220;Quesitos como sexo, idade, ter garagem, a frequência que usa o carro e, principalmente, o bairro onde o motorista mora oneram ou não o custo do seguro&#8221;, indica. O valor final do seguro do carro é o resultado do risco que o automóvel corre. Por isso, há uma variação de um bairro para o outro ou do perfil de um homem com idade acima de 40 anos para um mais jovem.</p>
<p>Fábio Leme, diretor de produtos para seguros automotivos da*, afirma que o número de carros assegurados em Salvador aumentou cerca de 18%, e os motivos são diversos. &#8220;Além da violência, o trânsito cada vez mais caótico e a imprudência dos motoristas também são fatores que explicam o aumento na procura por seguros&#8221;, explica Fábio.</p>
<p>Andar em um carro sem seguro é pôr em risco um patrimônio que custa caro. Por isso, Amaro Francisco escolheu fazer parte da parcela da população que optou por ter um seguro automotivo. &#8220;Após o assalto, prestei queixa e apresentei o boletim de ocorrência à seguradora. Em pouco mais de um mês, recebi o valor do carro com base na tabela Fipe&#8221;, conta.</p>
<p>Além de situações extremas de roubos, furtos ou perda total do veículo, o seguro total também auxilia nos pequenos problemas do dia a dia. O comerciante Renato Souza Barbosa diz que qualquer problema com o veículo o seguro paga. &#8220;Por isso, é importante ler e estar ciente do que está contratando no seguro. Resolvi pagar uma taxa a mais. Assim, quando uma lanterna quebra ou o carro apresentar problemas na mecânica ou na elétrica, o seguro cobre tudo&#8221;, garante Renato, que perdeu sua Fiat Fiorino 2010 no começo deste ano na Avenida Paralela, também em Salvador, e foi indenizado pelo seguro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.segs.com.br/seguros/5849-seguro-serve-para-garantir-ate-conserto.html">Fonte</a></p>
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		<title>Mercado de seguros aposta no futuro promissor dos canais digitais</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 16:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[LesteSeg]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Com mais de 100 milhões de brasileiros conectados à internet, metade deles também por meio de aparelhos móveis, o comércio eletrônico no país cresce sem sentir os efeitos do fraco desempenho da economia. Segundo dados do 30º relatório WebShoppers, divulgado no final de julho, o faturamento desse segmento cresceu 26% no último semestre, devendo atingir [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 100 milhões de brasileiros conectados à internet, metade deles também por meio de aparelhos móveis, o comércio eletrônico no país cresce sem sentir os efeitos do fraco desempenho da economia. Segundo dados do 30º relatório WebShoppers, divulgado no final de julho, o faturamento desse segmento cresceu 26% no último semestre, devendo atingir R$ 35 bilhões até o final do ano.</p>
<p>Apesar de o país ser quinto maior em número de habitantes conectados, muitas empresas brasileiras ainda estão se acostumando a essa nova realidade, e começam agora a trilhar o caminho dos negócios digitais. Este é o caso do mercado de seguros, em que as empresas se apressam em modelar produtos e serviços mais atraentes aos consumidores do ambiente digital.<span id="more-355"></span></p>
<p>A crença geral é que o tempo é curto para acompanhar tamanha mudança. Com o crescente número de usuários e de acessos, alguns especialistas apostam que em apenas cinco anos o país dará um salto de desenvolvimento no universo digital. No âmbito do seguro a previsão foi confirmada por pesquisa recente da consultoria Capgemini, especializada em tecnologia, que envolveu 14 países.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, as seguradoras acreditam que em cinco anos quase um terço de seus negócios ocorrerão por meio digital – cerca de 20% em canais online e aproximadamente 11% em canais móveis. No Brasil, por enquanto, as vendas de seguros por meios remotos ainda representam apenas 1% de todo o volume comercializado, segundo dados da Susep.</p>
<p>Mas ninguém duvida da tendência de mudança nesse cenário. Para o presidente do CVG-SP, Dilmo B. Moreira, a utilização de meios remotos em seguros no Brasil ainda é uma novidade, inclusive sujeita a interpretações variadas quanto à aplicabilidade, comercialização, aceitação e parte legal. “Com o amadurecimento do mercado, métodos e meios, entendo que o futuro reservará interessantes oportunidades para a disseminação do comércio securitário por estes &#8211; ainda novos – caminhos”, diz.</p>
<p>No intuito de estimular o desenvolvimento do comércio eletrônico de seguros, a Susep editou a Resolução CNSP 294/2013, que define parâmetros mínimos e linhas gerais para a venda de seguro e previdência por meios não presenciais. “Para acompanhar, de algum modo, a evolução digital do comércio virtual, a Susep canalizou esforços para regulamentar a utilização de meios remotos”, assinalaram os técnicos da Coordenação de Estudos e Estatística (COEST/CGPRO) da Susep, em correspondência enviada ao CVG-SP com esclarecimentos sobre a resolução.</p>
<p>A aplicação da resolução foi amplamente discutida em seminário sobre a venda de seguros por meios não presenciais, realizado pelo CVG-SP e a Funenseg em abril. Na ocasião, foram tantas as dúvidas sobre o assunto, que o CVG-SP decidiu encaminhar à Susep as perguntas que não puderam ser respondidas no evento. O material, que está disponível para consulta no site do CVG-SP, traz importantes esclarecimentos sobre o uso de login e senha, responsabilidade pela guarda de dados etc.</p>
<p><strong>Evolução a caminho</strong></p>
<p>O interesse do mercado de seguros pelos canais digitais não existe apenas no Brasil. O relatório da consultoria Capgemini conclui que estes canais, sobretudo os móveis, são os que mais prometem gerar lucros relacionados ao comportamento dos clientes. Também de acordo com os clientes e seguradoras analisados para o relatório, é necessário haver um aperfeiçoamento dos canais digitais nas áreas de pagamento de sinistros e aquisição de apólices.</p>
<p>Segundo Dilmo B. Moreira, nesse aspecto o mercado de seguros brasileiro vem avançando. Além da venda de seguros, o setor já utiliza os meios remotos para pagamentos de sinistros. “A operação é feita por meio de créditos em conta corrente e troca de informações eletrônicas”, diz, acrescentando que, dependendo do tipo de seguro, as seguradoras também aceitam cópias simples de documentos por meio e-mail.</p>
<p>“Considerando o valor do capital e tipo de risco, a evolução dos processos de regulação e liquidação de sinistros poderá chegar a ponto de termos larga utilização de meios remotos naqueles procedimentos”, diz o presidente do CVG-SP.</p>
<p>O estudo da Capgemini destaca que mais importante que vender é gerar uma experiência positiva aos clientes, observando sua preferência pelo uso da internet e de canais digitais. Este seria, no entanto, o segundo passo das empresas de seguros no uso de meios não presenciais, estágio em que as instituições financeiras estão à frente. “A transformação digital é fundamental para melhoria da experiência dos clientes, mas as seguradoras estão ficando para trás”, diz Jean Lassignardie, diretor da Capgemini.</p>
<p>Dilmo B. Moreira reconhece que o sistema bancário brasileiro está mais adiantado em relação à aplicação de alta tecnologia e interconectividade. “É fato que esse mercado saiu na frente no desenvolvimento de sistemas e automatização. Portanto, é natural que estejam mais evoluídos”, observa.</p>
<p>Porém, ele acredita que nada impeça as seguradoras de avançarem nesse caminho. “Considerando o nível de tecnologia disponível, acredito que o mercado de seguros rapidamente se aproximará do patamar de evolução dos bancos no uso de meios remotos”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.segs.com.br/seguros/5875-mercado-de-seguros-aposta-no-futuro-promissor-dos-canais-digitais.html">Fonte</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://lestecorretora.com.br/mercado-de-seguros-aposta-no-futuro-promissor-dos-canais-digitais/">Mercado de seguros aposta no futuro promissor dos canais digitais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://lestecorretora.com.br">Leste Corretora</a>.</p>
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		<title>Diversidade e expansão do mercado de seguros no Brasil</title>
		<link>http://lestecorretora.com.br/diversidade-e-expansao-do-mercado-de-seguros-no-brasil-infomoney/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 16:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[LesteSeg]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Rafael Monsores    Falar sobre o mercado brasileiro de seguros é sempre um desafio. Não só pelas mazelas do mercado em si, mas também – e principalmente – porque este é um ramo de negócios em constante atualização e expansão, que desafia seguradoras e corretores a reinventarem a roda que impulsiona o setor a todo [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: right;">Rafael Monsores</h5>
<p style="text-align: justify;">   Falar sobre o mercado brasileiro de seguros é sempre um desafio. Não só pelas mazelas do mercado em si, mas também – e principalmente – porque este é um ramo de negócios em constante atualização e expansão, que desafia seguradoras e corretores a reinventarem a roda que impulsiona o setor a todo momento.</p>
<p style="text-align: justify;">   A importância do serviço de seguros é fundamental e sua popularização no país é crescente. Nos últimos anos, por exemplo, brasileiros da classe C <span id="more-343"></span>passaram a consumir cada vez mais o seguro de automóveis. Entre os principais motivos da democratização do mercado de seguros no Brasil está, evidentemente, a preocupação com a segurança.<br />
O índice de roubo e furto de veículos, alarmante nos grandes centros urbanos, vem alertando o brasileiro da necessidade de proteger seus bens. Para se ter uma ideia, em 2013, mais de 476 mil carros foram furtados em todo o país; os dados da CNSeg (Confederação Nacional das Seguradoras). Como reflexo, de janeiro a maio deste ano, o faturamento do seguro de carros chegou a R$ 11,8 bilhões, o que representa um aumento de 10,0% em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a Susep (Superintendência Nacional de Seguros Privados).</p>
<p>   Mas trabalhar com seguros não se resume a números; é preciso antes de mais nada, lidar com inovações que garantam a segurança de forma prática e criativa, somando tecnologia à humanização do setor. Afinal, o desempenho das seguradoras é também, uma forma de complementar serviços do Estado e quem busca um seguro quer, acima de qualquer coisa, reduzir riscos e prejuízos que envolvam seus bens patrimoniais, de consumo e suas próprias vidas. E quem lida com vidas precisa estar preparado para trabalhar diretamente com diversidade.<br />
É nesse âmbito que as seguradoras traçam, por exemplo, o perfil de um segurado, respeitando os múltiplos fatores que, por consequência, irão influenciar no valor da apólice, em um trabalho que exige intersecção entre serviços e novas plataformas para seu desenvolvimento.<br />
Para isto, a cada ano o mercado se expande, buscando oferecer seguros em que efetivamente a necessidade do público comprador é levada em máxima consideração. Isto sem falar de tecnologias de ponta, múltiplas e cruzadas, para disponibilizar serviços com menos burocracia, como a opção do segurado de pagar sua apólice por Internet, fazer uma cotação de seguros online; ou avisar um sinistro através do smartphone. E é bem neste ponto, onde a pluralidade e a tecnologia se encontram, que está o maior desafio do setor.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.infomoney.com.br/blogs/seguros-e-mercado/post/3541227/diversidade-expansao-mercado-seguros-brasil">Fonte</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://lestecorretora.com.br/diversidade-e-expansao-do-mercado-de-seguros-no-brasil-infomoney/">Diversidade e expansão do mercado de seguros no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://lestecorretora.com.br">Leste Corretora</a>.</p>
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